Reginaldo Volvió a Casa: Colaboraciones del Psicoanálisis a la Lucha Antimanicomial
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v24i3.e14104Palabras clave:
Psicoanálisis , salud mental , hospital general , esquizofrenia, movimiento antimanicomialResumen
El presente trabajo resulta del atendimiento clínico de un paciente, ingresado en un hospital público, dirigido a pacientes con alteraciones cardíacas, localizado en la ciudad de Rio de Janeiro. El paciente en cuestión presentaba una grave cardiopatía, siendo necesario ingreso después de un episodio de infarto agudo de miocardio (IAM). Además de este cuadro, Reginaldo presentaba diagnóstico de esquizofrenia, sin acompañamiento de la red de salud mental. Enfocaremos los intentos de inserción del paciente en esta red, mismo con las incansables resistencias ofrecidas, tanto por su familiar más cercana (madre) cuanto por profesionales del propio hospital, que insistían que la internación en una institución de larga permanencia sería la única opción viable. La metodología utilizada contará con estudios bibliográficos, contribuyendo con la creación de las cuestiones clínicas planteadas por el caso presentado. Una de las autoras estuvo inserida en la institución dónde el paciente se encontraba ingresado, actuando directamente en el caso. Por otro lado, las demás autoras colaboraron con el trabajo de supervisión de los atendimientos y profundización teórico de las discusiones clínicas desarrolladas en el artículo. Nuestro objetivo es demostrar de qué forma las intervenciones psicoanalíticas pudieron contribuir en la conducción de su tratamiento. Se intentó viabilizar el accionamiento de la red de salud mental, con la intención de sostener su deseo de regresar a casa, y no para un dispositivo manicomial, que significaría un retroceso con relación a los avances alcanzados desde la última Reforma Psiquiátrica brasileña.
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