Reginaldo Volvió a Casa: Colaboraciones del Psicoanálisis a la Lucha Antimanicomial

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v24i3.e14104

Palabras clave:

Psicoanálisis , salud mental , hospital general , esquizofrenia, movimiento antimanicomial

Resumen

El presente trabajo resulta del atendimiento clínico de un paciente, ingresado en un hospital público, dirigido a pacientes con alteraciones cardíacas, localizado en la ciudad de Rio de Janeiro. El paciente en cuestión presentaba una grave cardiopatía, siendo necesario ingreso después de un episodio de infarto agudo de miocardio (IAM). Además de este cuadro, Reginaldo presentaba diagnóstico de esquizofrenia, sin acompañamiento de la red de salud mental. Enfocaremos los intentos de inserción del paciente en esta red, mismo con las incansables resistencias ofrecidas, tanto por su familiar más cercana (madre) cuanto por profesionales del propio hospital, que insistían que la internación en una institución de larga permanencia sería la única opción viable. La metodología utilizada contará con estudios bibliográficos, contribuyendo con la creación de las cuestiones clínicas planteadas por el caso presentado. Una de las autoras estuvo inserida en la institución dónde el paciente se encontraba ingresado, actuando directamente en el caso. Por otro lado, las demás autoras colaboraron con el trabajo de supervisión de los atendimientos y profundización teórico de las discusiones clínicas desarrolladas en el artículo. Nuestro objetivo es demostrar de qué forma las intervenciones psicoanalíticas pudieron contribuir en la conducción de su tratamiento. Se intentó viabilizar el accionamiento de la red de salud mental, con la intención de sostener su deseo de regresar a casa, y no para un dispositivo manicomial, que significaría un retroceso con relación a los avances alcanzados desde la última Reforma Psiquiátrica brasileña.  

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Biografía del autor/a

Irene Moura Beteille, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Es licenciado en Psicología por la Universidad del Estado de Río de Janeiro (2010), maestría en Psicoanálisis por la Universidad del Estado de Río de Janeiro (2015) y doctorado sándwich en Psicoanálisis por la Universidad del Estado. de Río de Janeiro (2019) en colaboración con la Universidad de Münster, Alemania.

Adriana Dias de Assumpção Bastos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Becario postdoctoral en Teoría Psicoanalítica (UFRJ). Doctora en Investigación y Clínica en Psicoanálisis por el Programa de Posgrado en Psicoanálisis de la UERJ. Máster en Investigación y Psicoanálisis Clínico (UERJ). Especialista en Psicología Clínica Institucional (residencia) en la UERJ. Especialista en Psicología Clínica por la PUC-RJ. Miembro de la Escuela de Psicoanálisis de los Foros del Campo Lacaniano.

Sonia Alberti, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Doutora pela Universidade de Paris X - Nanterre (1989) e Pós-doutora pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sob supervisão do Professor João Ferreira (2004). Possui também graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1976), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1981), é Mestre em Psicologia conforme revalidação de seu D.E.A. du Champ Lacanien, em Psicanálise - Université Paris VIII - St. Denis (1988).

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Publicado

2024-11-07

Cómo citar

Beteille, I. M., Bastos, A. D. de A., & Alberti, S. (2024). Reginaldo Volvió a Casa: Colaboraciones del Psicoanálisis a la Lucha Antimanicomial . Revista Subjetividades, 24(3), 1–13. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v24i3.e14104

Número

Sección

Relatos de Experiências