Prevenção da Violência no Namoro de Meninas Adolescentes: Um Estudo de Viabilidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25iEsp.e14925

Palavras-chave:

violência de gênero, estudos de viabilidade, adolescente, sexismo, preconceito de gênero

Resumo

A violência nos relacionamentos íntimos entre adolescentes, também entendida como violência no namoro, é considerada um grave problema de saúde pública e uma violação de Direitos Humanos. A literatura sugere que meninas apresentam desfechos mais graves associados a essa violência. O objetivo deste artigo é apresentar o processo de avaliação da viabilidade de uma intervenção realizada com meninas, a fim de prevenir a violência no namoro. Trata-se de um estudo-piloto, de caráter misto. A intervenção é composta por cinco encontros, na modalidade em grupo, com atividades embasadas no manual do Instituto Promundo. Participaram do estudo cinco meninas, com idades entre 14 e 18 anos, integrantes de um centro social localizado na região Sul do Brasil. Como instrumentos, foram utilizados: 1) Questionário de Dados Sociodemográficos; 2) Questionário de Atitudes frente ao Gênero e à Violência; 3) Inventário de Sexismo Ambivalente; e 4) Diário de Campo. A partir desses instrumentos, foi possível investigar percepções da equipe e das participantes acerca do processo, bem como verificar mudanças antes e após a intervenção. As participantes sinalizaram a relevância das temáticas e a necessidade de uma intervenção mais extensa. Percebeu-se engajamento nas participantes, assim como maior sensibilidade em tópicos referentes ao gênero, à sexualidade e às violências associadas. Os resultados apontam para uma adequação da proposta e impacto na redução de crenças sexistas e associadas às atitudes frente ao gênero e à violência. Sugerem-se mais estudos que promovam a prevenção da violência no namoro em contextos brasileiros de vulnerabilidade social.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Thaís de Castro Jury Arnoud, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS (2019). Atuou como bolsista no PET Psicologia da PUCRS - Programa de Educação Tutorial vinculado à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/MEC) de 2015 à 2017. Foi auxiliar de iniciação científica e posteriormente bolsista PIBIC/CNPq no Grupo de Pesquisa Violência, Vulnerabilidade e Intervenções Clínicas - GPeVVIC de 2018 à 2019. Mestra e Doutoranda em Psicologia no Programa de Pós-Graduação da PUCRS sob orientação da professora doutora Luísa Habigzang, com período sanduíche na Sapienza Università di Roma sob orientação do professor doutor Roberto Baiocco (2023/2024), com financiamento CAPES Print.

Julia de Oliveira Chotgues, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Psicóloga graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Possui especialização em Terapia Sistêmica para Indivíduos, Casal e Família pelo Centro de Estudos da Família e do Indivíduo (CEFI) e formação em Terapias Afirmativas para Minorias Sexuais e de Gênero pela Sínteses. É mestra e doutoranda em Psicologia Clínica pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da PUCRS sob a orientação da Prof. Luísa Fernanda Habigzang no Grupo de Pesquisa Violência, Vulnerabilidade e Intervenções Clínicas (GPeVVIC).

Isadora Zirbes Linhares, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Mestra em Psicologia pela PUCRS, realizado no Grupo de Pesquisa Violência, Vulnerabilidade e Intervenções Clínicas (GPeVVIC), coordenado pela Prof Dr Luísa Fernanda Habigzang. É pós-graduanda em Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem pela PUCRS. Atualmente, trabalha nas áreas da psicologia clínica, atendendo em consultório particular, e escolar, no Colégio Pastor Dohms, em Porto Alegre.

Laura de Oliveira Motta, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Mestranda em Psicologia no Grupo de Pesquisa Violência, Vulnerabilidade e Intervenções Clínicas (GPeVVIC - PPGP/PUCRS). Atua vinculada a projetos voltados para a promoção de saúde mental e garantia de direitos na população LGBTQIA+. | Estudante de psicologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). | Graduada em História-licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2021). Atuou como bolsista de Iniciação Científica (BIC-UFRGS) vinculada ao projeto de pesquisa Do luto à luta: movimentos sociais e o debate público sobre violências de gênero, da década de 1960 aos nossos dias.

Clarissa Pinto Pizarro de Freitas, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Bolsista Produtividade do CNPq, Professora da Graduação e Pós-Graduação de Psicologia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Pós-Doutora (UFRGS/2017), Doutora (UFRGS/2016) e Mestra (UFRGS/2013) em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, graduada em Psicologia pela Universidade Regional do Alto Uruguai e das Missões (URI/2010), Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (UFRGS/2012), Coordenadora do Grupo de Pesquisa Saúde, Processos Psicossociais e Trabalho (GPSPPT) e membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicologia Organizacional e do Trabalho (NEPOT). Realizou estágio de Doutorado na North-West University (África do Sul/2015), onde desenvolveu atividades de pesquisa, supervisão e docência junto ao Laboratório de Psicologia Positiva Optentia (Optentia Research Focus). Tem experiência nas áreas de psicometria, psicologia organizacional e avaliação de intervenções. Membro do grupo de trabalho Pesquisa em Psicometria da ANPEPP. Possui cooperação de pesquisa com investigadores internacionais (Utrecht University, North-West University , entre outras) e nacionais (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, entre outras). Atualmente trabalha investigando o impacto das características do trabalho e do trabalhador sobre os níveis de bem-estar e os processos de adoecimento dos profissionais. Desenvolve pesquisas focadas na avaliação das propriedades psicométricas de instrumentos psicológicos.

Luisa Fernanda Habigzang, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Graduada em Psicologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2003). Realizou seu Mestrado (2006), Doutorado (2010) e Pós-Doutorado (2014) no Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É professora adjunta no Curso de Graduação e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Coordenadora do Grupo de Pesquisa Violência, Vulnerabilidade e Intervenções Clínicas (GPEVVIC/ PPG em Psicologia/ PUCRS). É editora associada da Revista Psico PUCRS. Vice-presidente da Associação Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento (ABPD, 2023-2024). Membro do Conselho da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP). Coordenadora do GT Juventude, Resiliência e Vulnerabilidade (ANPEPP). Coordenadora do Curso de Especialização Psicologia Clínica da PUCRS/UOL.

Referências

Arnoud, T. C. J. (2022). Fatores de risco para violência no namoro entre adolescentes: Uma leitura interseccional [Dissertação de Mestrado, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul]. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUCRS. https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/10882

Arnoud, T. C. J., Chotgues, J. O., Marques, S. S., & Habigzang, L. F. (2023). Teoria da interseccionalidade, desafios para pesquisas empíricas e contribuições para a psicologia. Paidéia, 33, 1-7. https://doi.org/10.1590/1982-4327e3327

Arnoud, T. C. J., Linhares, I. Z., Rodrigues, G. R., & Habigzang, L. F. (2024). Dating violence victimization among sexual and gender diverse adolescents in Brazil. Current Psychology, 43, 13328-13338. https://doi.org/10.1007/s12144-023-05378-3

Baugher, A. R., & Gazmararian, J. A. (2015). Masculine gender role stress and violence: A literature review and future directions. Aggression and Violent Behavior, 24, 107-112. https://doi.org/10.1016/j.avb.2015.04.002

Biroli, F., Vaggione, J. M., & Machado, M. D. C. (2020). Gênero, neoconservadorismo e democracia. Boitempo.

Borges, J. L., Heine, J. A., & Dell’Aglio, D. D. (2020). Variáveis pessoais e contextuais preditoras de perpetração de violência no namoro na adolescência. Acta Colombiana de Psicología, 23(2), 438-448. https://doi.org/10.14718/ACP.2020.23.2.16

Bowen, D. J., Kreuter, M., Spring, B., Cofta-Woerpel, L., Linnan, L., Weiner, D., Bakken, S., Kaplan, C. P., Squiers, L., Fabrizio, C., & Fernandez, M. (2009). How we design feasibility studies. American Journal of Preventive Medicine, 36(5), 452-457. https://doi.org/10.1016/j.amepre.2009.02.002

Cardoso, B. L. A., & Costa, N. (2019). Habilidades sociais e violência contra a mulher por parceiro íntimo: Um estudo teórico. Interação em Psicologia, 23(1), 20-32. https://doi.org/10.5380/psi.v23i1.53789

Centers for Disease Control and Prevention. [CDC] (2022, January 14). Preventing teen dating violence. Intimate Partener Violence Prevention. https://www.cdc.gov/violenceprevention/intimatepartnerviolence/teendatingviolence/fastfact.html

Collins, P. H. (2022). Bem mais que ideias: A interseccionalidade como teoria social crítica. Boitempo.

Díaz-Aguado, M. J., & Arias, R. M. (2001). La construcción de la igualdad y la prevención de la violencia contra la mujer desde la educación secundaria. Ministerio de Trabajo y Asuntos Sociales. https://www.researchgate.net/publication/275033833_La_construccion_dela_igualdad_y_la_prevencion_de_la_violencia_contra_la_mujer_desde_la_Educacion_Secundaria

Durgante, H., & Dell’Aglio, D. D. (2018). Critérios metodológicos para a avaliação de programas de intervenção em psicologia. Avaliação Psicológica, 17(55), 155–162. https://doi.org/http://dx.doi.org/10.15689/ap.2017.1701.15.13986

Formiga, N. S., Gouveia, V. V., & Santos, M. N. (2002). Inventário de sexismo ambivalente: Sua adaptação e relação com gênero. Psicologia em Estudo, 7(1), 103-111. https://doi.org/10.1590/S1413-73722002000100013

Fórum Brasileiro de Segurança Pública [FBSP]. (2019). Atlas da violência 2019. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/artigos/6363-atlasdaviolencia2019completo.pdfompleto.pdf

Garthe, R. C., Kaur, A., Rieger, A., Blackburn, A. M., Kim, S., & Goffnett, J. (2021). Dating violence and peer victimization among male, female, transgender, and gender-expansive youth available. Pediatrics, 147(4), 1-8. https://doi.org/10.1542/peds.2020-004317

Glick, P., & Fiske, S. T. (1996). The ambivalent sexism inventory: Differentiating hostile and benevolent sexism. Journal of Personality and Social Psychology, 70(3), 491-521. https://doi.org/10.1037/0022-3514.70.3.491

Green, J., Satyen, L., & Toumbourou, J. W. (2024). Influence of cultural norms on formal service engagement among survivors of intimate partner violence: A qualitative meta-synthesis. Trauma, Violence and Abuse, 25(1), 738-751. https://doi.org/10.1177/15248380231162971

Hughes, K., Bellis, M. A., Hardcastle, K. A., Butchart, A., Dahlberg, L. L., Mercy, J. A., & Mikton, C. (2014). Global development and diffusion of outcome evaluation research for interpersonal and self-directed violence prevention from 2007 to 2013: A systematic review. Aggression and Violent Behavior, 19(6), 655-662. https://doi.org/10.1016/j.avb.2014.09.006

Instituto Promundo. (2008). Program M. Working with young women: Empowerment, rights and health. https://healtheducationresources.unesco.org/library/documents/program-m-working-young-women-empowerment-rights-and-health

Lee C., & Wong, J. S. (2022). Correction to: Examining the effects of teen dating violence prevention programs: A systematic review and meta-analysis. Journal of Experimental Criminology, 18(3), 695-705. https://doi.org/10.1007/s11292-020-09456-5

Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006. (2006, 07 de agosto). Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, e dá outras providências. Presidência da República. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm

Moura, J. Q. (2023). Avaliação e prevenção da violência para meninas em acolhimento institucional [Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul]. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações PUCRS. https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/11105

Murta, S. G., Moore, R. A., Miranda, A. A. V., Cangussú, E. D. A., Santos, K. B., Bezerra, K. L. T., & Veras, L. G. (2016). Efeitos de um programa de prevenção à violência no namoro. Psico-USF, 21(2), 381–393. https://doi.org/10.1590/1413-82712016210214

Murta, S. G., Santos, B. R. P., Martins, C. P. S., & Oliveira, B. (2013). Prevenção primária à violência no namoro: Uma revisão de literatura. Contextos Clínicos, 6(2), 117-131. https://doi.org/10.4013/ctc.2013.62.05

National Institute for Health Research [NIHR]. (2017, February 01). Feasibility and pilot studies: Which programme should i apply to? http://www.nets.nihr.ac.uk/glossary

Oudekerk, B., Blachman-Demner, D., & Mulford, C. (2014). Teen dating violence: How peers can affect risk & protective factors. National Institute of Justice Research in Brief. https://www.ojp.gov/library/publications/teen-dating-violence-how-peers-can-affect-risk-protective-factors

Reed, L. A., Tolman, R. M., & Ward, L. M. (2017). Gender matters: Experiences and consequences of digital dating abuse victimization in adolescent dating relationships. Journal of Adolescence, 59(1), 79-89. https://doi.org/10.1016/j.adolescence.2017.05.015

Ricardo, C., Nascimento, M., Fonseca, V., & Segundo, M. (2010). Program H And Program M: Engaging young men and empowering young women to promote gender equality and health. Pan American Health Organization.

Santos, K. B., Murta, S. G., Vinha, L. G. A., & Deus, J. S. (2019). Efficacy of a bystander intervention for preventing dating violence in Brazilian adolescents: Short-term evaluation. Psicologia: Reflexão e Crítica, 32(1), 1-14. https://doi.org/10.1186/s41155-019-0133-4

Silva, G. C. B., Nóbrega, W. F. S., Melo Neto, O. M., Soares, R. S. C., Olinda, R. A., Cavalcanti, S. D.´Á. L. B., & Cavalcanti, A. L. (2019). Distribuição espacial e perfil epidemiológico das notificações da violência contra a mulher em uma cidade do nordeste brasileiro. Arch Health Invest, 8(10), 1-6. https://doi.org/10.21270/archi.v8i10.3814

Taquette, S. R., & Monteiro, D. L. M. (2019). Causes and consequences of adolescent dating violence: A systematic review. Journal of Injury and Violence Research, 11(2), 137-146. https://doi.org/10.5249/jivr.v11i2.1061

Teofilo, M. M. A., Kale, P. L., Eppinghaus, A. L. F., Azevedo, O. P., Farias, R. S., Maduro Neto, J. P. M., Costa, A. J. L., & Cavalcanti, M. L. T. (2019). Violência contra mulheres em Niterói, Rio de Janeiro: Informações do sistema de vigilância de violências e acidentes (2010-2014). Cadernos Saúde Coletiva, 27(4), 437-447. https://doi.org/10.1590/1414-462X201900040302X

Vagi, K. J., Olsen, E. O.´M., Basile, K. C., & Vivolo-Kantor, A. M. (2015). Teen dating violence (physical and sexual) among US high school students: Findings from the 2013 National Youth Risk Behavior Survey. JAMA pediatrics, 169(5), 474-482. https://doi.org/10.1001/jamapediatrics.2014.3577

Vives-Cases, C., Sanz-Barbero, B., Ayala, A., Pérez-Martínez, V., Sánchez-San Segundo, M., Jaskulska, S., ... & Davó-Blanes, M. C. (2021). Dating violence victimization among adolescents in Europe: baseline results from the lights4violence project. International Journal of Environmental Research and Public Health, 18(4), 1414. https://doi.org/10.3390/ijerph18041414

Wincentak, K., Connolly, J., & Card, N. (2017). Teen dating violence: A meta-analytic review of prevalence rates. Psychology of Violence, 7(2), 224–241. https://doi.org/10.1037/a0040194

Wuest, J., Merritt‐Gray, M., Dubé, N., Hodgins, M. J., Malcolm, J., Majerovich, J. A., Scott-Storey, K., Ford-Gilboe, M., & Varcoe, C. (2015). The process, outcomes, and challenges of feasibility studies conducted in partnership with stakeholders: A health intervention for women survivors of intimate partner violence. Research in Nursing & Health, 38(1), 82-96. https://doi.org/10.1002/nur.21636

Downloads

Publicado

30.11.2025

Como Citar

Arnoud, T. de C. J., Chotgues, J. de O., Linhares, I. Z., Motta, L. de O., Freitas, C. P. P. de, & Habigzang, L. F. (2025). Prevenção da Violência no Namoro de Meninas Adolescentes: Um Estudo de Viabilidade. Revista Subjetividades, 25(Esp), 1–14. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25iEsp.e14925

Edição

Seção

Dossiê: Intervenções Psicossociais em Contextos de Vulnerabilidade