Music in Psychoanalysis: A Duet between Christopher Bollas and Didier-Weill
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i1.e14488Keywords:
music, psychoanalysis, transformational object, blue noteAbstract
Since its early years, psychoanalysis — both theoretically and clinically — has sought to think through human culture and its artistic productions. Within this scope, music has been comparatively understudied relative to other arts. Freud’s avowed dislike of music may have contributed to this gap. This article examines ways of bringing music into the psychoanalytic field. It briefly reviews classic contributions and, above all, stages a dialogue between two contemporary authors from different traditions. On one side is Christopher Bollas, from the British school, with his object-relations approach and, especially, the notion of the transformational object. On the other is Alain Didier-Weill, a French Lacanian author, with his original idea of the Blue Note. Read together, they offer a productive counterpoint around the signifying, content-bearing dimension of verbal discourse — an issue that sets the tone for epistemological and methodological debates that run through the history of psychoanalysis.
Downloads
Translations of this article
References
Adorno. T. (2008). Fragmentos sobre música e linguagem (M. Bastos Trad). Trans/Form/Ação. 31(2), 167-171. (Trabalho original publicado em 1963). https://doi.org/10.1590/S0101-31732008000200010
Barthes, R. (1990). O óbvio e o obtuso: Ensaios críticos III (pp. 222-243). Nova Fronteira. (Trabalho original publicado em 1971).
Bollas, C. (2015). A Sombra do Objeto: Psicanálise do conhecido não pensado (pp. 49-64). Escuta. (Trabalho original publicado em 1985).
Campos, E. B. V. (2013). Sublimação e violência: Destinos no social. In E. B.V. Campos, & Carrijo, C. (Eds.), Psicanálise e questões da contemporaneidade (pp. 133-145). Cultura Acadêmica. https://www.researchgate.net/publication/260437909_Sublimacao_e_Violencia_destinos_da_pulsao_no_social
Castarède, M.-F. (2002). Les vocalises de la passion: Psychanalyse de l’ópera. Armand Colin.
Castro, E. O. de. (2020). Música e clínica: Sonoridades e subjetividades. Appris Editora.
Chijs, A. V. D. (1926). Über das Unissono in der Komposition. Imago. 12(2). 23-32. https://pep-web.org/browse/IMAGO/volumes/12
Didier-Weill, A. (1999). Invocações: Dionísio, Moisés, São Paulo e Freud. Cia. de Freud.
Didier-Weill, A. (2014). A Nota Azul: De quatro tempos subjetivantes na música. In C. Azouri, C. Rabant, & Coutinho Jorge, M. A. (Eds.), Nota Azul: Freud, Lacan e a Arte (pp. 41- 55). Contra Capa.
Freud, S. (2017a). Obras Completas de Sigmund Freud (Vol. 4, pp. 350- 357). Amorrortu. (Trabalho original publicado em 1900).
Freud, S. (2017b). Obras Completas de Sigmund Freud (Vol. 8. pp. 3-262). Amorrortu. (Trabalho original publicado em 1905).
Freud, S. (2017c). El Moisés de Miguel Ángel y otros escritos sobre el arte y los artistas (pp. 89-127). Amorrortu .(Trabalho original publicado em 1914).
Godeguezi, V. M. (2021). Manhês, acalanto e desenvolvimento humano: Um estudo psicanalítico sobre o estabelecimento das relações objetais através dos elementos sonoro-musicais. [Dissertação de Mestrado]. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Repositório Institucional UNESP. https://repositorio.unesp.br/items/6df53828-0266-48e1-a4b0-91bd25796ae4
Graf, M. (1910). Die innere Werkstatt des Musikers. University of California Libraries.
Graf, M. (1914). Richard Wagner und das dramatische Schaffen. In O. Rank (Ed.), Jahrbuch für psychoanalytische und psychopathologische Forschung (pp. 283-295). Imago, (Trabalho original publicado em 1906).
Graf, M. (1914). Probleme des dramatischen Schaffens. In O. Rank (Ed.), Jahrbuch für psychoanalytische und psychopathologische Forschung (pp. 367-373). Imago. (Trabalho original publicado em 1907).
Groddeck, G. (2001). Escritos Psicanalíticos sobre literatura e arte. Perspectiva. (Trabalho original publicado em 1909).
Lollo, P. (2019). Alain Didier-Weill (1939-2018): Entrevista com Paolo Lollo conduzida por Marco Antonio Coutinho Jorge. Trivium: Estudos Interdisciplinares, 1(11), 3-8. http://dx.doi.org/10.18379/2176-4891.2019v1p.3
Kohut, H. (1978). Observations on the psychological functions of music. In P. H. Ornstein (Ed.), The search for the self – Selected writings of H. Kohut (1950-1978) (Cap. 13, pp. 233-254). International Universities Press. (Original work published 1957).
Kohut, H., & Levarie, S. (1978). On the enjoyment of listening to music. In P. H. Ornstein (Ed.), The search for the Self – Selected Writings of H. Kohut (1950 – 1978) (Cap. 3, pp. 135-158). International Universities Press. (Original work published 1950).
Lacan, J. (1985). O Seminário, livro 20: Mais, ainda. Jorge Zahar Editora. (Trabalho original publicado em 1973).
Lacan, J. (1992). O Seminário, livro 8: A transferência. Jorge Zahar Editora. (Trabalho original publicado em 1961).
Lacan, J. (2003). Outros Escritos (pp. 198-205). Jorge Zahar Ed.
Loureiro, I. (2020) Psicanálise e escuta musical: Variações sobre um tema a partir de C. Bollas. Percurso, 3(2), 61-70. https://percurso.openjournalsolutions.com.br/index.php/ojs/article/view/87/86
Martinelli, L. N. (2007). On the meanings and media of the art of music performance: A few semiotic observations. Lietuvos Muzikologija, 8(1), 18-29. https://www.academia.edu/23734403/On_the_Meanings_and_Media_of_the_Art_of_Music_Performance
Mezan, R. (2014). O tronco e os ramos: Estudos de história da psicanálise. Companhia das Letras.
Mosonyi, D. (1935). Die irrationalen grundlagen der musik. International Journal of Psychoanalysis, 17(1), 365-366.
Nettleton, S. (2018). A metapsicologia de Christopher Bollas: Uma introdução. Editora Escuta.
Perrotti, N. (1945). La musica, Linguaggio dell' inconscio. Psicoanalisi. 3-11.
Pfeifer. S. (1933). Musikpsychologische probleme. Imago, 9(1), 453-462.
Ratner, L. G. (1980). Classic music, expression, form and style. Colier Macmillan Publishers.
Reik, T. (1984). Écrits sur la Musique. Les Belles Lettres. (Trabalho original publicado em 1953).
Sterba, R. (1946). Toward the problem of the musical process. The Psychoanalytic Review, 33(1), 37-53. (Trabalho original publicado em 1939).
Sterba, R. (1965). Psychoanalysis and music. Imago, 22(1), 96-111. https://www.jstor.org/stable/26302291?seq=16
Välimäki, S. (2005) Subject strategies in music: A psychoanalytic approach to musical signification. Imatra. https://helda.helsinki.fi/server/api/core/bitstreams/9b0e6295-7694-40ec-a8a8-7a2fe6959abc/content
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Vinicius Martinucho Godeguezi, Érico Bruno Viana Campos

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Para autores: Cada manuscrito deverá ser acompanhado de uma “Carta de submissão” assinada, onde os autores deverão declarar que o trabalho é original e inédito, se responsabilizarão pelos aspectos éticos do trabalho, assim como por sua autoria, assegurando que o material não está tramitando ou foi enviado a outro periódico ou qualquer outro tipo de publicação.
Quando da aprovação do texto, os autores mantêm os direitos autorais do trabalho e concedem à Revista Subjetividades o direito de primeira publicação do trabalho sob uma licença Creative Commons de Atribuição (CC BY NC), a qual permite que o trabalho seja compartilhado e adaptado com o reconhecimento da autoria e publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores têm a possibilidade de firmar acordos contratuais adicionais e separados para a distribuição não exclusiva da versão publicada na Revista Subjetividades (por exemplo, publicá-la em um repositório institucional ou publicá-la em um livro), com o reconhecimento de sua publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores concedem, ainda, à Revista Subjetividades uma licença não exclusiva para usar o trabalho da seguinte maneira: (1) vender e/ou distribuir o trabalho em cópias impressas ou em formato eletrônico; (2) distribuir partes ou o trabalho como um todo com o objetivo de promover a revista por meio da internet e outras mídias digitais e; (3) gravar e reproduzir o trabalho em qualquer formato, incluindo mídia digital.
Para leitores: Todo o conteúdo da Revista Subjetividades está registrado sob uma licença Creative Commons Atribuição (CC BY NC) que permite compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato) e adaptar (remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim) seu conteúdo, desde que seja reconhecida a autoria do trabalho e que esse foi originalmente publicado na Revista Subjetividades.















