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				<journal-title>Revista Brasileira em Promoção da Saúde</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Rev. bras. promo. sau.</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="epub">1806-1230</issn>
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				<publisher-name>Universidade de Fortaleza</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.5020/18061230.2025.15401</article-id>
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				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>ARTIGO DE REVISÃO</subject>
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				<article-title>Atuação fisioterapêutica no parto humanizado: uma revisão integrativa da literatura</article-title>
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					<trans-title>Actuación fisioterapéutica en el parto humanizado: una revisión integradora de la literatura</trans-title>
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						<given-names>Priscila Vitória Paiva</given-names>
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						<surname>Dantas</surname>
						<given-names>Graziele Paiva</given-names>
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						<surname>Pontes</surname>
						<given-names>Viviann Alves de</given-names>
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					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-9193-8007</contrib-id>
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						<surname>Cabral</surname>
						<given-names>Nadine Oliveira</given-names>
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						<given-names>Gustavo Coringa de</given-names>
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						<surname>Silva</surname>
						<given-names>Joelma Gomes da</given-names>
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						<surname>Silva</surname>
						<given-names>Jaíza Marques Medeiros e</given-names>
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					<role>elaboração e delineamento da pesquisa</role>
					<role>coleta, análise e interpretação dos dados</role>
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				<institution content-type="original">Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE) - Mossoró - Rio Grande do Norte - Brasil</institution>
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			</aff>
			<author-notes>
				<corresp id="c1">
					<label>Endereço para correspondência:</label> Jaíza Marques Medeiros e Silva Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Conj. Pres. Castelo Branco III, João Pessoa/PB, 58050-585. Brasil. E-mail: <email>jaizamarquesms@gmail.com</email>
				</corresp>
				<fn fn-type="other" id="fn1">
					<label>Primeiro autor:</label>
					<p> Priscila Vitória Paiva Dantas Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE) Av. Pres. Dutra, 701 Bairro: Alto de São Manoel CEP: 59.628-000 / Mossoró (RN), Brasil. E-mail: priscilapaivadantas@hotmail.com</p>
				</fn>
				<fn fn-type="coi-statement" id="fn2">
					<label>CONFLITOS DE INTERESSE</label>
					<p> Os autores apontaram que não há conflitos de interesse.</p>
				</fn>
			</author-notes>
			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>25</day>
				<month>06</month>
				<year>2026</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
				<year>2026</year>
			</pub-date>
			<volume>38</volume>
			<elocation-id>e15401</elocation-id>
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				<date date-type="received">
					<day>31</day>
					<month>07</month>
					<year>2025</year>
				</date>
				<date date-type="accepted">
					<day>05</day>
					<month>06</month>
					<year>2025</year>
				</date>
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				<license license-type="open-access" xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>RESUMO</title>
				<sec>
					<title>Objetivo:</title>
					<p> Investigar as formas de atuação da fisioterapia no parto humanizado através de uma revisão integrativa da literatura. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Método:</title>
					<p> Trata-se de uma revisão integrativa da literatura cuja busca eletrônica foi realizada no mês de maio de 2024, nas bases de dados: Pubmed, Web of Science, Embase e SciELO. Foram selecionados artigos publicados nos últimos cinco anos (2018 a 2023), nos idiomas inglês e português. Os critérios de elegibilidade foram: artigos que abordassem pelo menos uma técnica de atuação fisioterapêutica no trabalho de parto e artigos que possam ser contemplados na sua íntegra. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Resultados:</title>
					<p> Foram selecionados nove artigos. Observou-se que o recurso fisioterapêutico mais utilizado foi a massagem lombossacra e a eletroestimulação transcutânea, ambos com o objetivo de aliviar a dor do processo parturitivo. Outras técnicas também foram utilizadas como: reflexologia, acupressão, calor e corrente interferencial. Outros benefícios foram encontrados como: diminuição da ansiedade, redução do tempo de parto, melhora na satisfação e aumento na tolerância à dor. Verificou-se eficácia das técnicas em todos os estudos dessa revisão. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Conclusão:</title>
					<p> Os resultados sugerem que a fisioterapia com seus recursos e técnicas é uma importante aliada durante o trabalho de parto humanizado ao promover diminuição da dor, redução do tempo de parto e maior satisfação, sendo importante a presença desse profissional nas maternidades.</p>
				</sec>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="es">
				<title><italic>RESUMEN</italic></title>
				<sec>
					<title><italic>Objetivo:</italic></title>
					<p><italic>Investigar las formas de actuación de la fisioterapia en el parto humanizado mediante una revisión integradora de la literatura.</italic></p>
				</sec>
				<sec>
					<title><italic>Método:</italic></title>
					<p><italic>Se trata de una revisión integradora de la literatura cuya búsqueda electrónica se realizó en mayo de 2024, en las bases de datos: PubMed, Web of Science, Embase y SciELO. Fueron seleccionados artículos publicados en los últimos cinco años (2018 a 2023), en los idiomas inglés y portugués. Los criterios de elegibilidad incluyeron: artículos que abordaran al menos una técnica de intervención fisioterapéutica en el trabajo de parto y aquellos disponibles en texto completo.</italic></p>
				</sec>
				<sec>
					<title><italic>Resultados:</italic></title>
					<p><italic>Fueron seleccionados nueve artículos. Se observó que los recursos fisioterapéuticos más utilizados fueron el masaje lumbosacro y la estimulación eléctrica transcutánea, ambos con el objetivo de aliviar el dolor durante el proceso del parto. Otras técnicas también fueron empleadas, como: reflexología, acupresión, aplicación de calor y corriente interferencial. Se identificaron otros beneficios, tales como: disminución de la ansiedad, reducción del tiempo del trabajo de parto, mejora en la satisfacción y aumento en la tolerancia al dolor. La eficacia de las técnicas fue verificada en todos los estudios incluidos en esta revisión.</italic></p>
				</sec>
				<sec>
					<title><italic>Conclusión:</italic></title>
					<p><italic>Los resultados sugieren que la fisioterapia, mediante sus recursos y técnicas, constituye una aliada fundamental durante el trabajo de parto humanizado, al promover la reducción del dolor, acortar el tiempo del parto y aumentar la satisfacción materna, lo que resalta la importancia de la presencia de este profesional en las maternidades.</italic></p>
				</sec>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Descritores:</title>
				<kwd>Parto Humanizado</kwd>
				<kwd>Modalidades de Fisioterapia</kwd>
				<kwd>Dor do parto</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="es">
				<title>Descriptores:</title>
				<kwd>Parto Humanizado</kwd>
				<kwd>Modalidades de Fisioterapia</kwd>
				<kwd>Dolor de Parto</kwd>
			</kwd-group>
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	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>INTRODUÇÃO</title>
			<p>No Brasil, ao longo da história, o processo parturitivo tem sido objeto de várias transformações. Até o século XIX, as parteiras desempenhavam um papel central na assistência aos partos em domicílio, conferindo às mulheres uma posição central no desenrolar desse evento<xref ref-type="bibr" rid="B1"><sup>1</sup></xref>. A partir da década de 1940, iniciou-se uma tendência em direção ao parto institucionalizado, o que resultou na redução da participação ativa da mulher nesse momento importante. Essa transição culminou em uma progressiva instrumentalização e medicalização do trabalho de parto, frequentemente associada à incidência de violência obstétrica<xref ref-type="bibr" rid="B2"><sup>2</sup></xref>. </p>
			<p>Frente a essa realidade, o conceito de parto humanizado emergiu como uma resposta ao modelo centrado no procedimento e nas violações obstétricas frequentemente associadas aos procedimentos de partos cesarianos<xref ref-type="bibr" rid="B3"><sup>3</sup></xref>. Como resultado dessas questões, o parto humanizado surgiu com o propósito de evitar práticas desnecessárias que possam colocar em risco a saúde e a vida da mãe e do bebê, preservando o processo natural do parto e valorizando a participação ativa da parturiente, com a minimização do uso excessivo de intervenções médicas<xref ref-type="bibr" rid="B4"><sup>4</sup></xref>. O objetivo primordial é assegurar um parto e um nascimento saudáveis, ao mesmo tempo em que se respeita a trajetória natural desse processo<xref ref-type="bibr" rid="B5"><sup>5</sup></xref>, o que se alinha aos preceitos da promoção da saúde ao favorecer escolhas conscientes, bem-estar integral e ambientes de cuidados respeitosos<xref ref-type="bibr" rid="B6"><sup>6</sup></xref>.</p>
			<p>É pertinente compreender que o processo de gestação e parto necessitam de uma abordagem interprofissional. Nos últimos anos, discussões vêm sendo realizadas sobre a participação do fisioterapeuta no contexto das maternidades, especialmente no acompanhamento do trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B7"><sup>7</sup></xref>. Embora essa prática não seja amplamente buscada pela sociedade e, por vezes, não se encontra plenamente integrada nas maternidades do sistema de saúde público brasileiro, o fisioterapeuta tem um papel de manter a parturiente orientada, segura, e confiante para esse momento, além de promover maior conforto e qualidade do trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B8"><sup>8</sup></xref>, constituindo-se como uma prática que reforça a promoção da saúde da mulher por meio da valorização de sua experiência, autonomia e bem-estar<xref ref-type="bibr" rid="B9"><sup>9</sup></xref>. </p>
			<p>Pesquisas revelam que o fisioterapeuta é proficiente na utilização de técnicas não farmacológicas durante o trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B8"><sup>8</sup></xref><sup>,</sup><xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref><sup>-</sup><xref ref-type="bibr" rid="B12"><sup>12</sup></xref>. Um estudo conduzido com 132 mulheres acompanhadas por fisioterapeutas durante a fase de dilatação cervical evidenciou que estratégias como posturas e movimentos apropriados, mobilização pélvica, técnicas de relaxamento e respiração resultaram em maior participação da parturiente no trabalho de parto, ampliando sua capacidade de lidar com a dor<xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref>. </p>
			<p>Além disso, estudos apresentam a importância do conhecimento do fisioterapeuta na condução de recursos apropriados no trabalho de parto, como é o caso da bola suíça que contribui para a participação ativa da mulher<xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref> e exercícios físicos e alongamento do canal vaginal para prevenção de lesões pélvicas<xref ref-type="bibr" rid="B11"><sup>11</sup></xref>. Porém, ainda são poucos os estudos que tratam sobre o tema<xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref><sup>,</sup><xref ref-type="bibr" rid="B11"><sup>11</sup></xref>. </p>
			<p>Considerando as informações apresentadas, observa-se a carência do profissional fisioterapeuta nas maternidades do Brasil sendo justificada, muitas vezes, pela falta de conhecimento sobre a atuação da fisioterapia no processo parturitivo e na promoção da saúde por parte dos gestores e diretores das respectivas instituições. Aliado a isso, existe a falta de informação por parte das gestantes sobre a presença desse profissional no âmbito da equipe multidisciplinar que a acompanhará nesse momento. A partir dessas considerações, o objetivo deve estudo foi investigar as formas de atuação da fisioterapia no parto humanizado através de uma revisão integrativa da literatura. </p>
		</sec>
		<sec>
			<title>MÉTODO</title>
			<p>Este estudo é uma revisão integrativa da literatura seguindo os seis passos, sendo eles: (I) formação de pergunta de pesquisa para a elaboração da revisão integrativa; (II) pesquisa para identificação de estudos relevantes; (III) estabelecimento de critérios de inclusão e exclusão de estudos; (IV) definição das informações a serem extraídas dos estudos selecionados; (V) avaliação dos estudos incluídos na revisão; (VI) apresentação da revisão<xref ref-type="bibr" rid="B13"><sup>13</sup></xref>.</p>
			<p>Com base na literatura vigente, a pergunta norteadora para o estudo foi: “<italic>Quais as formas de atuação fisioterapêutica e seus resultados durante o trabalho de parto?</italic>”.</p>
			<p>A busca eletrônica foi realizada no mês de maio de 2024, nas bases de dados: PubMed, Web of Science, Embase e SciELO nas quais foram selecionados artigos publicados nos últimos cinco anos (2018 a 2023), disponíveis na íntegra de maneira gratuita, e nos idiomas inglês e português. Para a prospecção dos estudos, foram utilizados os descritores de forma combinada com os operadores booleanos AND ou OR, fazendo-se as seguintes combinações: humanizing delivery AND physical therapy OR physical therapy modalities AND labor pain e seus correspondentes em português: parto humanizado AND fisioterapia OR modalidades de fisioterapia AND dor do parto.</p>
			<p>Foram selecionados somente artigos que atenderam os seguintes critérios de elegibilidade: artigos originais, estudos que contemplem ensaios clínicos, caso-controle, coorte ou transversais que abordassem pelo menos uma técnica e atuação fisioterapêutica no trabalho de parto, artigos que continham a abordagem do fisioterapeuta no parto humanizado.</p>
			<p>Com base nos estudos selecionados para a leitura na íntegra, realizou-se a coleta de dados mediante os mesmos. As informações selecionadas para a caracterização dos estudos foram: autor, ano de publicação, local do estudo, tipo de estudo, amostra (idade), modalidade fisioterapêutica e principais resultados estatísticos evidenciados.</p>
			<p>As informações contidas nos estudos foram discutidas com o objetivo de comparar e contrastar os dados obtidos, identificando tendências e lacunas na literatura existente. Para que isso fosse atingido, em um primeiro momento, estabeleceu-se a leitura independentes por dois autores de títulos e resumos. Aqueles estudos que se enquadrassem nos critérios de elegibilidade, fariam parte da leitura completa do manuscrito. </p>
			<p>Em um segundo momento, dois pesquisadores realizaram a leitura completa dos estudos e, da mesma forma, também foram aplicados os critérios de elegibilidade. Assim, aqueles que não se enquadraram dentro dos critérios de inclusão, foram retirados desta revisão. </p>
			<p>Os resultados desta revisão encontram-se na forma de fluxograma (<xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref>) e em quadro com os principais achados científicos e pertinentes ao tema proposto (<xref ref-type="table" rid="t1">Quadro 1</xref>). </p>
			<p>Um resumo da busca eletrônica realizada no mês de maio de 2024, nas bases de dados selecionadas, é apresentado na <xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref>. Inicialmente, identificaram-se 92 artigos, dos quais não houve duplicação ou triplicação, permanecendo 92, os quais foram submetidos à leitura dos títulos e resumos, bem como à verificação dos critérios de inclusão e exclusão. Destes, 18 foram lidos na íntegra, dos quais somente nove preenchiam adequadamente todos os critérios de inclusão, sendo assim selecionados para essa revisão integrativa.</p>
			<p>
				<fig id="f1">
					<label>Figura 1</label>
					<caption>
						<title>Estudos incluídos e excluídos na revisão sobre atuação fisioterapêutica no trabalho de parto, de 2019 a 2023.</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="1806-1230-rbps-38-e15401-gf1.png"/>
					<attrib>Fonte: Dados da pesquisa, 2024</attrib>
				</fig>
			</p>
		</sec>
		<sec sec-type="results">
			<title>RESULTADOS</title>
			<p>A descrição dos artigos que observaram a atuação do fisioterapeuta no trabalho de parto é apresentada no <xref ref-type="table" rid="t1">Quadro I</xref>. Dos 10 artigos selecionados, nove são ensaios clínicos e um estudo experimental. Foram identificados artigos da Turquia<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>-</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, do Irã<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>,</sup><xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>, da Espanha<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>, da Alemanha<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>, da China<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref> e do Brasil<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>.</p>
			<p>
				<table-wrap id="t1">
					<label>Quadro I</label>
					<caption>
						<title>Caracterização dos estudos selecionados de acordo com os autores/ano, objetivo, amostra, métodos e resultados acerca de intervenções fisioterapêuticas durante o trabalho de parto</title>
					</caption>
					<table>
						<colgroup>
							<col/>
							<col/>
							<col/>
							<col/>
							<col/>
						</colgroup>
						<thead>
							<tr>
								<th align="justify">Autores (ano), País</th>
								<th align="justify">Objetivos</th>
								<th align="justify">N total da amostra/ Idade (DP)</th>
								<th align="justify">Métodos</th>
								<th align="justify">Resultados</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="2">Gonenç e Fusun (2020)<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>, Alemanha</td>
								<td align="justify" rowspan="2">Comparar os efeitos da massagem e da acupressão no controle da dor relacionada ao trabalho de parto, na duração do parto e na satisfação com o parto.</td>
								<td align="justify">N=120 </td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado. </td>
								<td align="justify" rowspan="2">Nas fases ativa e de transição todos os grupos de intervenção relataram escores médios de dor pós-intervenção significativamente mais baixos comparados ao grupo controle (p&lt;0,001).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">23,4 (±3,2)</td>
								<td align="justify">Alocação em quatro grupos: massagem por 30 minutos durante o período latente (n=30), acupressão por 30 minutos em pontos específicos (n=30), massagem e acupressão por 30 minutos (n=30) e controle (n=30). Instrumentos: Escala Visual Analógica (EVA) e formulários próprios.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="3">Çevik e Karaduman (2019)<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref>, Turquia</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Determinar o efeito da massagem sacral na dor e na ansiedade durante o trabalho de parto.</td>
								<td align="justify">N=60</td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado e controlado.</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Observou-se que a massagem lombossacra aplicada durante o trabalho de parto reduziu os níveis de dor, preocupação e ansiedade no trabalho de parto (p&lt;0,05).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="2">23,5 (±4,47)</td>
								<td align="justify">Alocação em dois grupos: experimental, no qual foi realizada massagem lombossacral por 30 minutos, além de técnica de vibração e euflerage (n=30) e grupo controle (n=30).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Instrumentos: questionário sociodemográfico e de saúde, formulário de acompanhamento, entrevista pós-parto, EVA, inventário de ansiedade (STAI FORM TX-I).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="3">Njogu et al (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>, China</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Determinar os efeitos da terapia com TENS na primeira fase do trabalho de parto.</td>
								<td align="justify">N=326 </td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado controlado.</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Observou-se que a eletroestimulação transcutânea se mostrou uma terapia não farmacológica eficaz para redução da dor do parto e para encurtar a duração da fase ativa (p&lt;0,001).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Grupo experimental: 29,32 (±3,44)</td>
								<td align="justify">Alocação em dois grupos: experimental, no qual foi aplicada eletroestimulação elétrica transcutânea (TENS) na fase ativa do trabalho de parto (eletrodos nos níveis T10-L1 e S2-S4, 15 mA e intensidade de acordo com a tolerância máxima pessoal) (n=161) e grupo controle (n=165). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Grupo controle: 28,61 (±3,58)</td>
								<td align="left">Instrumentos: EVA, formulário com achados obstétricos e neonatais e a pontuação de Apgar.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="3">Shahbazzadegan e Nikjou (2022)<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>, Irã</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Identificar a dilatação cervical mais apropriada para a realização da massagem, visando à diminuição da dor e da ansiedade no trabalho de parto.</td>
								<td align="justify">N=60</td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado.</td>
								<td align="justify">Observou-se diferença significativa na intensidade da dor entre os grupos nos 7 cm de dilatação (p&lt;0,001), mas não houve nos 5 cm (p=0,084) e nos 9 cm (p=0,591).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Grupo experimental: 24,63 (±4,08).</td>
								<td align="justify">Alocação em dois grupos: experimental, no qual foi aplicada a massagem lombossacra foi realizada 3 vezes na dilatação de 5, 7 e 9 cm, entre T10 e S4, durante 20 minutos (n=30) e controle (n=30). </td>
								<td align="justify" rowspan="2">Houve redução de ansiedade grave para ansiedade moderada (p&lt;0,001).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Grupo controle: 23,19 (±4,86). </td>
								<td align="left">Instrumentos avaliativos: EVA, questionário State-Trait Anxiety Inventory (STAI) e questionário sociodemográfico.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="4">Turkmen e Oran (2020)<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref>, Turquia</td>
								<td align="justify" rowspan="4">Determinar os efeitos da massagem sacral e da aplicação de calor sobre a percepção da dor do parto e o nível de conforto em gestantes.</td>
								<td align="justify">N=90</td>
								<td align="justify">Estudo experimental controlado quase-randomizado. </td>
								<td align="justify">O conforto pós-intervenção durante a dilatação cervical de 8-9 cm foi maior no grupo de aplicação de calor do que no grupo controle (p=0,002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Grupo experimental (massagem):24,39 (±3,96).</td>
								<td align="justify">Alocação em três grupos: massagem lombossacra entre S1-S4, por 10 minutos, durante 4-5 cm, 6-7 cm e 8-9 cm de dilatação cervical (n=30), aplicação de calor por 20 minutos durante 4-5 cm, 6-7 cm e 8-9 cm de dilatação cervical (n=30) e controle (n=30).</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Houve diferença estatisticamente significativa entre as médias dos escores de conforto durante 4-5 cm e 8-9 cm (p&lt;0.001).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Grupo experimental (calor):23,68(±3,49).</td>
								<td align="justify" rowspan="2">Instrumentos: questionários de informações pessoais, escala de avaliação numérica para dor e o Childbirth Comfort Questionnaire.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Grupo controle: 25,45 (±3,64).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Pak et al (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>, Irã</td>
								<td align="justify">Investigar os efeitos da corrente interferencial quadripolar sobre a dor e a duração da fase ativa do trabalho de parto em mulheres primíparas.</td>
								<td align="justify">N=60 Grupo experimental: 23,8 (±5,9). Grupo controle: 22,3(±5,3)</td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado. Alocação em dois grupos: corrente interferencial no início e no final da fase ativa, com duração de 30 a 45 minutos nos níveis T10-L1 e S2-S4 (frequência portadora=4000Hz, batimento=80Hz, varredura=0-40Hz, pulso=50-60μs) (n=30) e controle (n=30). Instrumentos: questionário sociodemográfico, EVA, partograma.</td>
								<td align="justify">A intensidade da dor durante a fase ativa foi significativamente menor no grupo experimental (p&lt;0.001). A duração da fase ativa no grupo experimental foi significativamente menor se comparado ao grupo placebo (p=0.003). A satisfação do trabalho de parto na EVA no grupo intervenção foi significativamente melhor do que no grupo placebo (p=0.027).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="3">Çevik e Incedal (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref>, Turquia</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Determinar o efeito da reflexologia nos desfechos do parto em gestantes primíparas</td>
								<td align="justify">N= 60 primíparas.</td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado.</td>
								<td align="justify">Observou-se diferença entre os grupos nas fases ativa e de transição em relação à dor (p&lt;0,05).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="2">Idade igual ou superior à 19 anos.</td>
								<td align="justify">Alocação em dois grupos: experimental, no qual foi feita reflexologia podal nas parturientes durante a fase ativa do parto (dilatação de 4 cm) seguida de massagem nos pés por 10 minutos e reflexologia por mais 40 minutos (n=30) e controle (n=30). </td>
								<td align="justify">Os escores médios do STAI FORM TX do grupo experimental nas fases ativa e de transição foram estatisticamente e significativamente mais baixos do que os do grupo de controle (p&lt;0,05).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Instrumentos: questionário sociodemográfico, EVA, STAI FORM TX-I e a Escala de Satisfação com o parto.</td>
								<td align="left">O escore médio da Escala de Satisfação com o Parto do grupo experimental foi significativamente mais alto do que o do grupo de controle (p&lt;0,05).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="4">Kaplan e Çevik (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, Turquia</td>
								<td align="justify" rowspan="4">Determinar os efeitos da imaginação guiada e da reflexologia podal sobre a intensidade da dor, a duração do trabalho de parto e a satisfação com o parto.</td>
								<td align="justify">N=120</td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado.</td>
								<td align="justify" rowspan="4">Os grupos de reflexologia e imagem guiada tiveram menos dor no parto comparado ao grupo de controle (p&lt;0,05) e as práticas de reflexologia e imaginação guiada encurtaram as fases ativas, de transição e segunda do trabalho de parto (p&lt;0,05) e aumentaram a satisfação com o parto (p&lt;0,05).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Grupo experimental (reflexologia): 22,2 (±3,4).</td>
								<td align="justify">Alocação em três grupos: reflexologia nos pés direito e esquerdo por um total de 30 minutos, 15 minutos em cada (n=40), aplicação de imagem guiada, por 12 minutos (n=40) e controle (n=40). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Grupo experimental (imagem guiada): 21,5 (±3,2)</td>
								<td align="left" rowspan="2">Instrumentos: questionário com informações pessoais, EVA e Escala de Satisfação com o parto.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Grupo controle: 23,6 (±3,8)</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="3">Suárez et al (2019)<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>, Espanha</td>
								<td align="justify" rowspan="3">Analisar a eficácia do alívio da dor com o uso do dispositivo de estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) durante o trabalho de parto, além de descrever sua tolerância e satisfação.</td>
								<td align="justify">N=10</td>
								<td align="justify">Ensaio clínico randomizado.</td>
								<td align="justify">Observou-se que o TENS ativo 2 foi o único grupo que obteve uma melhoria com resultados clinicamente significativos (p=0,029). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify" rowspan="2">26,5 (±4,8)</td>
								<td align="justify">Alocação em três grupos: TENS ativo 1, de pulso assimétrico bifásico (pulso=100ms, frequência=100Hz) (n=3), TENS ativo 2, de pulso assimétrico bifásico quadrado (pulso=350ms, frequência=80-100Hz) (n=4) e TENS placebo, no qual não foi fornecida estimulação elétrica (n=3). </td>
								<td align="justify" rowspan="2">Pacientes que receberam o TENS ativo 2 relataram mais satisfação geral em comparação com o grupo TENS ativo 1 e o grupo placebo (p=0,015).</td>
								<td align="justify" rowspan="2">Pacientes que receberam o TENS ativo 2 relataram mais satisfação geral em comparação com o grupo TENS ativo 1 e o grupo placebo (p=0,015).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">A intensidade do dispositivo (amplitude) foi ajustada individualmente para o nível sensorial máximo de cada participante.</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN1">
							<p>Fonte: Autores, 2024</p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Dos estudos incluídos nesta revisão, 906 mulheres participaram, com uma média de idade de 24,53 anos. Todos os artigos incluídos na revisão utilizaram recursos e métodos para auxiliar o trabalho de parto, sendo a massagem lombossacra e o uso de eletroestimulação as técnicas mais utilizadas. A massagem foi encontrada em quatro estudos<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref> e a eletroestimulação também em quatro estudos<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. Além desses métodos, os efeitos da reflexologia podal foram avaliados em dois estudos<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>,</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, o uso do calor em dois<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref> e a deambulação e alternância de postura em um<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>.</p>
			<p>Apenas um artigo abrangeu um conjunto de métodos não farmacológicos através de um protocolo fisioterapêutico que incluiu alternância de postura, deambulação, uso de eletroestimulação e banho de ducha, sendo esse estudo brasileiro<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. Três estudos apresentaram comparação entre duas técnicas: reflexologia e imagem guiada<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, massagem e calor<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref> e massagem e acupressão<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>. </p>
			<p>Em relação aos resultados das intervenções realizadas, a aplicação de massagem lombossacra teve efeito significativo positivo em dois estudos<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>. A eletroestimulação mostrou-se eficaz em todos os estudos em que foi abordado<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>, porém o estudo em que comparou duas modalidades de eletroestimulação, o grupo que recebeu um TENS com maior largura de pulso se mostrou mais eficaz na satisfação das parturientes com o trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>. </p>
		</sec>
		<sec sec-type="discussion">
			<title>DISCUSSÃO</title>
			<p>O parto humanizado é considerado um momento que transcende um parto confortável; trata-se de respeitar, ver e ouvir a parturiente, permitindo que suas necessidades sejam atendidas e que o acompanhamento do processo fisiológico seja respeitado, sem intercorrências desnecessárias, sempre oferendo suporte emocional e físico<xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref>. Diante deste contexto, a atuação do fisioterapeuta dentro de uma equipe multiprofissional capacitada pode proporcionar uma experiência mais positiva e humanizada para a parturiente<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref>. </p>
			<p>O número total de 906 participantes distribuídas entre os nove estudos incluídos nesta revisão configura uma amostra expressiva e relevante para a análise dos efeitos das intervenções fisioterapêuticas no trabalho de parto. No entanto, é importante considerar como essa amostra foi distribuída entre os estudos, visto que variações no tamanho amostral de cada pesquisa podem impactar o peso dos achados individuais e a robustez das conclusões.</p>
			<p>A média de idade das mulheres desta revisão reflete, predominantemente, um perfil de gestantes adultas jovens. Este dado é compatível com a faixa etária comumente observada para mulheres em idade fértil em muitos países, incluindo o Brasil, onde a maior concentração de nascimentos ocorre entre mulheres de 20 a 29 anos<xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref>. Contudo, vale ressaltar que essa média pode não representar adequadamente grupos específicos, como adolescentes ou mulheres com idade materna mais avançada, cuja experiência no trabalho de parto pode diferir, tanto em termos fisiológicos quanto de resposta às intervenções propostas<xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref>.</p>
			<p>Apesar da relevância do tema para o contexto brasileiro, observa-se uma escassez de estudos nacionais que abordem a atuação da fisioterapia no parto humanizado. Dos nove estudos incluídos nesta revisão, apenas um foi desenvolvido no Brasil, o que evidencia uma lacuna na produção científica nacional sobre essa temática. Tal fato pode estar relacionado a fatores como a ainda incipiente inserção do fisioterapeuta nas maternidades públicas<xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref>, a baixa visibilidade da atuação desse profissional nesse campo específico e a limitada valorização da abordagem humanizada do parto como objeto de pesquisa interdisciplinar<xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref>. Essa ausência reforça a necessidade de fomentar estudos que explorem a realidade brasileira, considerando suas particularidades socioculturais, políticas e de organização dos serviços de saúde<xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref>.</p>
			<p> Os estudos incluídos nesta revisão integrativa abrangeram uma variedade de intervenções e resultados, porém com apenas dois tipos de desenho de estudo: ensaio clínico randomizado e estudo experimental quase-randomizado. Sendo assim, os estudos foram classificados como nível II em termos de qualidade de evidência científica. Em relação à eficácia das técnicas utilizadas no trabalho de parto, todos os estudos observaram que as parturientes que receberam intervenções fisioterapêuticas apresentaram maiores benefícios durante o trabalho de parto, porém esses benefícios não ficaram restritos apenas ao alívio da dor, mas também em relação à diminuição da ansiedade<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>, à maior satisfação com o parto<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref> e à menor duração de trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. </p>
			<p>Nesta revisão, foram encontrados estudos sobre a técnica de massagem lombossacra que evidenciaram seus efeitos na redução da intensidade da dor e da ansiedade<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>. A massagem lombossacra é uma das principais técnicas para alívio da dor durante o trabalho de parto, porém, além da diminuição do quadro álgico, essa técnica pode ser eficaz para a redução da ansiedade devido aos efeitos como a redução de descarga de noradrenalina<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref>. A ansiedade durante o trabalho de parto é uma consequência do desconhecimento, da imprevisibilidade e da falta de controle sobre os eventos seguintes, desta forma, quando a parturiente é exposta a um fator estressante, seu medo e ansiedade são intensificados, levando a consequências como taquicardia, elevação da pressão, vasoconstrição da pele das vísceras, vasodilatação dos músculos estriados e hiperventilação<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref>.</p>
			<p>Um recurso utilizado em 40% dos estudos desta revisão foi a eletroestimulação elétrica, seja com uso dos parâmetros do TENS<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>)</sup> ou da corrente interferencial<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>. Evidências indicam que a utilização do TENS é um recurso não farmacológico eficaz na diminuição da dor e no encurtamento da fase ativa do trabalho de parto, sem risco à saúde da mãe e do bebê<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>. Além disso, a aplicação de eletrodos paralelos à medula espinhal, com altas frequências modificadas no tempo e largura de pulso elevada, demonstra efeito analgésico e boa aceitação entre as gestantes<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>. A corrente interferencial propiciou a diminuição da fase ativa, alívio da dor e maior satisfação do trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>. </p>
			<p> É válido destacar que, apesar de ser um recurso importante no alívio imediato da dor, o TENS é um recurso que não é consolidado dentro da prática clínica. Para que tal ausência seja justificada pela escassez de profissional capacitado para o manuseio do equipamento, como profissional, temos o fisioterapeuta, que ainda vêm ganhando espaço dentro das maternidades brasileiras, auxiliando no processo do trabalho de parto. Tal ponto faz com que o uso do TENS dentro das maternidades brasileiras seja quase nula<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref>, mesmo que evidências científicas mostrem a importância e os benefícios exposto para a parturiente<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>. </p>
			<p>A reflexologia podal foi um recurso utilizado por dois estudos<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>. O alívio da dor é a principal consequência observada durante a aplicação da reflexologia podal<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>. Porém, outros fenômenos foram avaliados em estudo realizado com 60 primíparas em que se observou que a ansiedade foi menor quando comparada ao grupo controle que recebeu apenas cuidados de rotina<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref>. A reflexologia podal proporciona benefícios locais, como relaxamento muscular, aumento da circulação sanguínea, sensação de conforto e equilíbrio mental, contribuindo para a redução dos sintomas de estresse<xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref>. </p>
			<p>Outra técnica encontrada nos estudos desta revisão foi o calor, abordada em dois estudos<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. Um estudo com 90 participantes alocadas em dois grupos experimentais, sendo um destes grupos o de calor, observou que o grupo que recebeu essa intervenção apresentou maior conforto durante a dilatação cervical entre 8 a 9 cm<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref>. Em estudo nacional, a aplicação do calor se sucedeu dentro de um protocolo fisioterapêutico, não sendo possível inferir um resultado individual para essa intervenção<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. A aplicação de calor acentua a circulação sanguínea, diminuindo o estresse induzido pelas contrações uterinas. Em contato com os tecidos moles, melhora o metabolismo e a elasticidade, promovendo a sensação de bem-estar<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref>. </p>
			<p>A técnica não farmacológica menos prevalente neste estudo foi a imagem guiada, mencionada em apenas um estudo em que foi possível observar que essa técnica junto à reflexologia apresentaram resultados significativos para redução da dor e encurtamento da fase ativa do trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>. Nesse sentido, a técnica de imagem guiada pode desencadear uma sensação de relaxamento e bem-estar, auxiliando a manutenção da calma diante das situações de estresse<xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref>. Um estudo demonstrou que essa técnica fez com que o público que a recebeu desenvolvesse maior percepção do ritmo respiratório, fazendo com que as parturientes ficassem mais calmas<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref>. </p>
			<p>Um dos recursos mais utilizados durante o trabalho de parto como as técnicas respiratórias<xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref> não foi relatado nos achados desta revisão. Contudo, estudos mostram que a respiração é uma técnica não farmacológica que tem resultados benéficos e mostra sua importância no trabalho de parto e no parto, ressaltando que o treinamento respiratório deve ser realizado desde a gestação, através de uma inspiração profunda, expandindo a parede abdominal, realizando uma respiração diafragmática em ritmo natural. Promove-se para a parturiente, no momento parturitivo, um relaxamento, concentração, redução do seu quadro álgico, alívio da ansiedade, reduzindo o risco de trauma perineal na fase de expulsão e uma grande melhora de oxigenação sanguínea materno-fetal, promovendo satisfação à parturiente<xref ref-type="bibr" rid="B8"><sup>8</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref>.</p>
			<p>Nesta revisão, a mudança de posição também foi um recurso evidenciado, onde deu-se mais relevância a posturas verticais<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. Ao longo dos anos, têm sido discutidas as desvantagens da posição horizontal e os benefícios da mobilidade e da postura ereta da parturiente durante o trabalho de parto. Fisiologicamente, a abordagem de movimentos, durante o trabalho de parto, faz com que o útero tenha contrações mais eficazes, a ação da gravidade influencie no encaixe fetal, o fluxo sanguíneo chegue mais abundante para o feto, tornando o processo do trabalho de parto curto e menos intenso<xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref>. Nessa perspectiva, recomenda-se encorajar a liberdade de movimentos da parturiente, proporcionando maior conforto e segurança durante o trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref>.</p>
			<p>A parturiente tem o poder de decisão sobre a posição desejada<xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref>. As possíveis posições adotadas durante o trabalho de parto são as semissentada, cócoras, sentada no leito, decúbito lateral, quatro apoios, agachamento, ajoelhada e em pé com inclinação de tronco, essas são algumas das variadas posições abordadas durante o trabalho de parto<xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref>. A posição em horizontal impede a liberdade de movimentos da parturiente, dificulta a troca gasosa da mãe para o bebê, impede que as contrações uterinas sejam eficazes e prolonga o tempo do trabalho de parto, em contrapartida, enfatiza as posições em vertical, que favorecem o encaixe do bebê e reduz o esforço uterino<xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref>.</p>
			<p>A dor é algo específico e pessoal e pode estar relacionada às influências psíquicas, emocionais, culturais, estresse ou outros fatores como a liberação de endorfinas<xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref>. No Brasil, o parto normal é considerado um momento de dor e sofrimento, nas mídias sociais e telejornais, há uma representação que o parto cesariano é mais seguro que o parto normal. Desse modo, esta forte influência aumenta o medo e o receio da parturiente em relação à dor do parto<xref ref-type="bibr" rid="B46"><sup>46</sup></xref>.</p>
			<p>Ainda, este estudo apresenta algumas limitações que devem ser consideradas na interpretação dos resultados. A primeira refere-se ao número reduzido de estudos incluídos na revisão, totalizando apenas nove artigos, o que pode impactar na abrangência das conclusões. Além disso, observa-se uma lacuna geográfica relevante, uma vez que não foram encontrados estudos provenientes da América Latina e da América do Norte. Essa limitação pode estar relacionada tanto aos critérios de busca adotados quanto à escassez de publicações sobre a temática nesses territórios. Por fim, é importante considerar que as revisões integrativas estão suscetíveis a vieses relacionados à seleção dos estudos, qualidade metodológica das pesquisas incluídas e possíveis limitações nas bases de dados utilizadas. No entanto, essas limitações não comprometem os resultados deste estudo, uma vez que os objetivos foram alcançados. </p>
			<p>Diante do exposto, observa-se que a temática deste estudo tem relevância para a área da saúde, tendo em vista a importância do fisioterapeuta no acompanhamento do trabalho de parto e no parto. Contudo, novas investigações devem ser realizadas a fim de preencher algumas lacunas. Entre estas, aprofundar a investigação sobre a influência de recursos como a respiração e alguns posicionamentos durante o processo parturitivo. Recomenda-se, ainda, investigar a necessidade de utilização da eletroestimulação nas maternidades e motivos pelo seu uso ainda não ser totalmente disseminado. </p>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>CONCLUSÃO</title>
			<p>Observou-se que pesquisas envolvendo formas de atuação fisioterapêutica têm sido direcionadas para o alívio da dor no trabalho de parto, tendo em vista que essa sintomatologia é algo prevalente nos partos com percurso normal, necessitando de uma atenção mais humanizada. Os estudos mostraram diversas técnicas e recursos como massagem lombossacra, eletroestimulação transcutânea, reflexologia podal, acupressão, calor e corrente interferencial, sendo sua utilização voltada para redução da ansiedade, diminuição do tempo de trabalho de parto e redução de traumas perineais. </p>
			<p>Apesar disso, nota-se a carência de estudos brasileiros de relevância que abordem sobre a atuação fisioterapêutica no trabalho de parto, principalmente no que diz respeito ao cunho humanizado, mostrando que o fisioterapeuta ainda não possui o espaço desejado dentro das maternidades. Além disso, busca-se incentivar a intersetorialidade na atenção à saúde da mulher durante o parto como eixo estruturador na formulação de estratégias de intervenções clínicas, com base em evidências científicas, de modo a garantir uma assistência integral no cuidado a esse público. </p>
		</sec>
	</body>
	<back>
		<ref-list>
			<title>REFERÊNCIAS</title>
			<ref id="B1">
				<label>1</label>
				<mixed-citation>1. Nunes IM, Moura MAV. A atenção ao parto como espaço de poder. Acta Paul Enferm. 2004;17(3):340-6.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>Nunes</surname>
							<given-names>IM</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>Moura</surname>
							<given-names>MAV</given-names>
						</name>
					</person-group>
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					<issue>4</issue>
					<fpage>1</fpage>
					<lpage>21</lpage>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B46">
				<label>46</label>
				<mixed-citation>46. Pereira RR, Franco SC, Baldin N. A dor e o protagonismo da mulher na parturição. Rev Bras Anestesiol. 2011;61(3):376-88.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>Pereira</surname>
							<given-names>RR</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>Franco</surname>
							<given-names>SC</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>Baldin</surname>
							<given-names>N</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A dor e o protagonismo da mulher na parturição</article-title>
					<source>Rev Bras Anestesiol</source>
					<year>2011</year>
					<volume>61</volume>
					<issue>3</issue>
					<fpage>376</fpage>
					<lpage>388</lpage>
				</element-citation>
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		</ref-list>
	</back>
	<sub-article article-type="translation" id="s1" xml:lang="en">
		<front-stub>
            <article-id pub-id-type="doi">10.5020/18061230.2025.15401</article-id>
			<article-categories>
				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>REVIEW ARTICLE</subject>
				</subj-group>
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			<title-group>
				<article-title>Physical therapy in humanized childbirth: an integrative literature review</article-title>
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						<surname>Dantas</surname>
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					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0009-0006-2475-4132</contrib-id>
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						<surname>Dantas</surname>
						<given-names>Graziele Paiva</given-names>
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						<given-names>Viviann Alves de</given-names>
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						<given-names>Nadine Oliveira</given-names>
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						<surname>Silva</surname>
						<given-names>Jaíza Marques Medeiros e</given-names>
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			<aff id="aff8">
				<institution content-type="original">Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE) - Mossoró - Rio Grande do Norte - Brasil</institution>
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				</addr-line>
				<country country="BR">Brazil</country>
			</aff>
			<author-notes>
				<fn fn-type="other" id="fn3">
					<label>First author:</label>
					<p> Priscila Vitória Paiva Dantas Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE) Av. Pres. Dutra, 701 Bairro: Alto de São Manoel CEP: 59.628-000 / Mossoró (RN) - Brasil E-mail: priscilapaivadantas@hotmail.com</p>
				</fn>
				<fn fn-type="coi-statement" id="fn4">
					<label>CONFLICT OF INTEREST</label>
					<p> The authors declare no conflicts of interest.</p>
				</fn>
			</author-notes>
			<abstract>
				<title>ABSTRACT</title>
				<sec>
					<title>Objective:</title>
					<p> To investigate the role of physical therapy in humanized childbirth through an integrative literature review. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Method:</title>
					<p> This is an integrative review of the literature conducted through electronic searches in May 2024, using the following databases: PubMed, Web of Science, Embase, and SciELO. Articles published in the last 5 years (2018 to 2023) in English and Portuguese were included. Eligibility criteria comprised studies that addressed at least 1 physical therapy technique during labor and could be accessed in full. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Results:</title>
					<p> A total of 9 articles were selected. The most commonly used physical therapy interventions were lumbosacral massage and transcutaneous electrical nerve stimulation, both aiming to relieve labor pain. Other techniques included reflexology, acupressure, heat therapy, and interferential current. Additional reported benefits were decreased anxiety, shorter labor duration, increased satisfaction, and improved pain tolerance. All studies reviewed demonstrated the effectiveness of the techniques. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Conclusion:</title>
					<p> The findings suggest that physical therapy, through its various techniques and resources, plays an important role in supporting humanized childbirth. It contributes to pain relief, shorter labor duration, and greater maternal satisfaction, highlighting the importance of incorporating physical therapists into maternity care teams.</p>
				</sec>
			</abstract>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Descriptors:</title>
				<kwd>Humanized childbirth</kwd>
				<kwd>Physical therapy modalities</kwd>
				<kwd>Labor pain</kwd>
			</kwd-group>
		</front-stub>
		<body>
			<sec sec-type="intro">
				<title>INTRODUCTION</title>
				<p>In Brazil, the process of childbirth has undergone numerous transformations throughout history. Until the 19th century, midwives played a central role in assisting home births, granting women a leading position in this significant event<xref ref-type="bibr" rid="B1"><sup>1</sup></xref>. Beginning in the 1940s, however, a shift toward institutionalized childbirth began to emerge, resulting in a reduction in women’s active participation during labor. This transition led to the progressive instrumentalization and medicalization of childbirth, often associated with obstetric violence<xref ref-type="bibr" rid="B2"><sup>2</sup></xref>.</p>
				<p>In response to this reality, the concept of humanized childbirth emerged as a counterpoint to the procedure-centered model and the obstetric violations often linked to cesarean deliveries<xref ref-type="bibr" rid="B3"><sup>3</sup></xref>. Humanized childbirth aims to avoid unnecessary interventions that may jeopardize the health and lives of both mother and baby, while preserving the natural process of labor and emphasizing the active role of the woman. It seeks to minimize the excessive use of medical procedures<xref ref-type="bibr" rid="B4"><sup>4</sup></xref>. The primary goal is to ensure a healthy labor and birth experience while respecting the physiological course of childbirth<xref ref-type="bibr" rid="B5"><sup>5</sup></xref>, aligning with health promotion principles by fostering informed decision-making, overall well-being, and respectful care environments<xref ref-type="bibr" rid="B6"><sup>6</sup></xref>.</p>
				<p>It is essential to understand that both pregnancy and childbirth require an interprofessional approach. In recent years, growing discussions have emerged regarding the involvement of physical therapists in maternity settings, particularly during labor support<xref ref-type="bibr" rid="B7"><sup>7</sup></xref>. Although this practice is not widely sought by the general population and is often not fully integrated into maternity care within Brazil’s public health system, physical therapists play a key role in keeping the birthing woman informed, safe, and confident. They also promote greater comfort and improve the quality of labor<xref ref-type="bibr" rid="B8"><sup>8</sup></xref>, making their practice an important component of women’s health promotion by valuing experience, autonomy, and well-being<xref ref-type="bibr" rid="B9"><sup>9</sup></xref>.</p>
				<p>Research has shown that physical therapists are proficient in using nonpharmacological techniques during labor<xref ref-type="bibr" rid="B8"><sup>8</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B12"><sup>12</sup></xref>. A study involving 132 women assisted by physical therapists during cervical dilation revealed that strategies such as appropriate postures and movements, pelvic mobilization, relaxation techniques, and breathing exercises enhanced the woman’s participation in labor and improved her ability to manage pain<xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref>. </p>
				<p>Additionally, studies highlight the importance of physical therapists’ knowledge in applying appropriate resources during labor. For example, the use of a birthing ball encourages active participation<xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref>, while physical exercises and vaginal stretching help prevent pelvic injuries<xref ref-type="bibr" rid="B11"><sup>11</sup></xref>. Nevertheless, research on this topic remains limited<xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B11"><sup>11</sup></xref>. </p>
				<p>Given this context, there is a noticeable shortage of physical therapists in Brazilian maternity wards, often justified by a lack of awareness among health care administrators and directors regarding the role of physical therapy in labor and health promotion. Furthermore, many expectant mothers are unaware of the presence and contributions of physical therapists as part of the multidisciplinary team supporting them during childbirth. In light of these considerations, this study aims to investigate the roles and practices of physical therapy in humanized childbirth through an integrative literature review.</p>
			</sec>
			<sec sec-type="methods">
				<title>METHOD</title>
				<p>This study is an integrative literature review conducted in accordance with the 6 recommended steps: (I) formulation of the research question for the integrative review; (II) search and identification of relevant studies; (III) establishment of inclusion and exclusion criteria; (IV) definition of the information to be extracted from the selected studies; (V) evaluation of the included studies; and (VI) presentation of the review findings<xref ref-type="bibr" rid="B13"><sup>13</sup></xref>.</p>
				<p>Based on current literature, the guiding research question for this study was: “What are the physical therapy approaches and their outcomes during labor?”</p>
				<p>Electronic searches was conducted in May 2024 across PubMed, Web of Science, Embase, and SciELO. Articles published in the last 5 years (2018 to 2023), available in full and free of charge, in English or Portuguese, were considered. The search strategy combined descriptors with the Boolean operators AND and OR, using the following combinations: humanizing delivery AND physical therapy OR physical therapy modalities AND labor pain, and their equivalents in Portuguese: parto humanizado AND fisioterapia OR modalidades de fisioterapia AND dor do parto.</p>
				<p>Only articles that met the following eligibility criteria were selected: original studies, including clinical trials, case-control studies, cohort or cross-sectional designs, that addressed at least 1 physical therapy technique or intervention during labor, and articles that discussed the role of the physical therapist in humanized childbirth.</p>
				<p>Data collection was conducted based on the selected full-text studies. The information extracted for characterization included: author, year of publication, study location, study design, sample characteristics (age), type of physical therapy intervention, and main statistical findings.</p>
				<p>The content of the included studies was analyzed with the aim of comparing and contrasting findings, identifying trends and gaps in the current literature. To do so, an initial independent screening of titles and abstracts was conducted by 2 review authors. Studies that met the eligibility criteria proceeded to full-text review.</p>
				<p>In the second phase, 2 review authors independently assessed the full texts, and the same inclusion and exclusion criteria were applied. Studies that did not meet the criteria were excluded from this review.</p>
				<p>The results of the selection process are presented in a flowchart (<xref ref-type="fig" rid="f2">Figure 1</xref>) and a summary table highlighting the main scientific findings relevant to the study topic (<xref ref-type="table" rid="t2">Box 1</xref>).</p>
				<p>A summary of the electronic search conducted in May 2024 is presented in <xref ref-type="fig" rid="f2">Figure 1</xref>. Initially, 92 articles were identified. No duplicates were found, so all 92 proceeded to title and abstract screening and eligibility assessment. Of these, 18 articles were read in full, and only 9 fully met the inclusion criteria and were therefore selected for this integrative review.</p>
				<p>
					<fig id="f2">
						<label>Figure 1</label>
						<caption>
							<title>Studies included and excluded in the review on physical therapy in labor and delivery, from 2019 to 2023.</title>
						</caption>
						<graphic xlink:href="1806-1230-rbps-38-e15401-gf2.png"/>
						<attrib>Source: Research data, 2024</attrib>
					</fig>
				</p>
			</sec>
			<sec sec-type="results">
				<title>RESULTS</title>
				<p>The description of the studies that examined the role of physical therapists during labor is presented in <xref ref-type="table" rid="t2">Box I</xref>. Of the 10 selected studies, 9 were clinical trials and 1 was an experimental study. The studies originated from Turkey<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, Iran<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>, Spain<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>, Germany<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>, China,<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref> and Brazil<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>.</p>
				<p>
					<table-wrap id="t2">
						<label>Box I</label>
						<caption>
							<title>Description of the selected studies by author/year, objective, sample, methods, and outcomes related to physical therapy interventions during labor.</title>
						</caption>
						<table>
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
								<col/>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<thead>
								<tr>
									<th align="center">Authors (year), country</th>
									<th align="center">Objectives</th>
									<th align="center">Sample/age (SD)</th>
									<th align="center">Methods</th>
									<th align="center">Results</th>
								</tr>
							</thead>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="2">Gonenç and Fusun (2020)<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>, Germany</td>
									<td align="left" rowspan="2">To compare the effects of massage and acupressure on labor pain control, labor duration, and birth satisfaction.</td>
									<td align="center">n = 120</td>
									<td align="justify">Randomized clinical trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="2">All intervention groups reported significantly lower post-intervention pain scores during the active and transition phases compared to the control group (p &lt; 0.001).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">23.4 (±3.2)</td>
									<td align="justify">Four groups: massage for 30 minutes during the latent phase (n = 30), acupressure for 30 minutes at specific points (n = 30), both massage and acupressure for 30 minutes (n = 30), and control (n=30). Tools: VAS and custom forms.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="2">Çevik and Karaduman (2019)<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref>, Turkey</td>
									<td align="left" rowspan="2">To determine the effect of sacral massage on pain and anxiety during labor.</td>
									<td align="center">n = 60</td>
									<td align="justify">Randomized controlled trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="2">Lumbosacral massage during labor reduced pain, worry, and anxiety (p &lt; 0.05).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">23.5 (±4.47)</td>
									<td align="justify">Two groups: experimental (lumbosacral massage for 30 minutes plus vibration and effleurage techniques, n = 30) and control (n = 30). Tools: sociodemographic and health questionnaire, follow-up form, postpartum interview, VAS, STAI FORM TX-I.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="3">Njogu et al. (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>, China</td>
									<td align="left" rowspan="3">To determine the effects of TENS therapy during the first stage of labor.</td>
									<td align="center">n = 326</td>
									<td align="justify">Randomized controlled trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="3">TENS was effective in reducing labor pain and shortening the duration of the active phase (p &lt; 0.001).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Experimental: 29.32 (±3.44)</td>
									<td align="justify" rowspan="2">Two groups: experimental (TENS during the active phase with electrodes at T10-L1 and S2-S4, 15 mA, intensity adjusted to personal tolerance, n = 161) and control (n = 165). Tools: VAS, obstetric and neonatal findings form, Apgar score.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Control: 28.61 (±3.58)</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="3">Shahbazzadegan and Nikjou (2022)<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>, Iran</td>
									<td align="justify" rowspan="3">To identify the most appropriate cervical dilation for applying massage to reduce pain and anxiety.</td>
									<td align="center">n = 60</td>
									<td align="justify">Randomized clinical trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="3">Significant reduction in pain at 7 cm dilation (p &lt; 0.001); no difference at 5 cm (p = 0.084) or 9 cm (p = 0.591). Severe anxiety was reduced to moderate (p &lt; 0.001).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Experimental: 24.63 (±4.08).</td>
									<td align="justify" rowspan="2">Two groups: experimental (lumbosacral massage applied 3 times at 5, 7, and 9 cm dilation, T10-S4, for 20 minutes, n = 30) and control (n = 30). Tools: VAS, STAI, sociodemographic questionnaire.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Control: 23.19 (±4.86).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="4">Turkmen and Oran (2020)<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref>, Turkey</td>
									<td align="justify" rowspan="4">To determine the effects of sacral massage and heat application on labor pain perception and maternal comfort.</td>
									<td align="center">n = 90</td>
									<td align="justify">Quasi-randomized controlled experimental study.</td>
									<td align="justify" rowspan="4">Post-intervention comfort during 8-9 cm dilation was higher in the heat group than in the control (p = 0.002). Significant difference in comfort scores at 4-5 cm and 8-9 cm (p &lt; 0.001). </td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Massage: 24.39 (±3.96).</td>
									<td align="justify" rowspan="3">Three groups: massage (S1-S4) for 10 minutes at 4-5 cm, 6-7 cm, and 8-9 cm cervical dilation (n=30); heat application for 20 minutes at the same dilation stages (n=30); and control (n=30). Tools: personal information questionnaire, numeric pain scale, Childbirth Comfort Questionnaire.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Heat: 23.68 (±3.49).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Control: 25.45 (±3.64).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="3">Pak et al. (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>, Iran</td>
									<td align="justify" rowspan="3">To investigate the effects of quadripolar interferential current on pain and duration of the active phase of labor in primiparous women.</td>
									<td align="center">n = 60</td>
									<td align="justify">Randomized clinical trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="3">Pain intensity during the active phase was significantly lower in the experimental group (p &lt; 0.001). Active phase duration was shorter (p = 0.003), and satisfaction was significantly higher (p = 0.027).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Experimental: 23.8 (±5.9).</td>
									<td align="justify" rowspan="2">Two groups: experimental (interferential current at the beginning and end of the active phase, 30-45 min, T10-L1 and S2-S4, carrier frequency 4000Hz, beat 80Hz, sweep 0-40Hz, pulse 50-60μs, n = 30) and control (n = 30). Tools: sociodemographic questionnaire, VAS, partogram.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Control: 22.3 (±5.3)</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="2">Çevik and Incedal (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref>, Turkey</td>
									<td align="justify" rowspan="2">To determine the effect of reflexology on labor outcomes in primiparous women.</td>
									<td align="center">n = 60</td>
									<td align="justify">Randomized clinical trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="2">Lower pain levels during active and transition phases in the experimental group (p &lt; 0.05). Lower STAI scores in both phases (p &lt; 0.05). Higher childbirth satisfaction scores (p &lt; 0.05).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Aged ≥ 19 years</td>
									<td align="justify">Two groups: experimental (foot reflexology at 4 cm dilation, followed by 10 minutes of foot massage and 40 minutes of reflexology, n = 30) and control (n = 30). Tools: sociodemographic questionnaire, VAS, STAI FORM TX-I, Childbirth Satisfaction Scale.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="4">Kaplan and Çevik (2021)<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, Turkey</td>
									<td align="justify" rowspan="4">To determine the effects of guided imagery and foot reflexology on pain intensity, labor duration, and childbirth satisfaction.</td>
									<td align="center">n = 120</td>
									<td align="justify">Randomized clinical trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="4">Reflexology and guided imagery groups reported less pain (p &lt; 0.05), shorter active, transition, and second stages (p &lt; 0.05), and greater satisfaction (p &lt; 0.05).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Reflexology: 22.2 (±3.4).</td>
									<td align="justify" rowspan="3">Three groups: reflexology on both feet for 30 minutes (15 min each, n = 40); guided imagery for 12 minutes (n=40); and control (n = 40). Tools: personal information questionnaire, VAS, Childbirth Satisfaction Scale.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">Imagery: 21.5 (±3.2)</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Control: 23.6 (±3.8)</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left" rowspan="2">Suárez et al. (2019)<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>, Spain</td>
									<td align="justify" rowspan="2">To analyze the effectiveness of TENS for pain relief during labor and to describe its tolerance and satisfaction.</td>
									<td align="center">n = 10</td>
									<td align="justify">Randomized clinical trial.</td>
									<td align="justify" rowspan="2">Active TENS 2 group showed clinically significant pain reduction (p = 0.029) and higher overall satisfaction compared to Active TENS 1 and placebo groups (p = 0.015).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="center">26.5 (±4.8)</td>
									<td align="justify">Three groups: Active TENS 1 (asymmetric biphasic pulse, 100ms, 100Hz, n = 3), Active TENS 2 (asymmetric biphasic square pulse, 350ms, 80-100Hz, n = 4), and placebo TENS (no stimulation, n = 3). Intensity adjusted to participant’s max sensory level.</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<table-wrap-foot>
							<fn id="TFN2">
								<p>Source: Authors, 2024</p>
							</fn>
							<fn id="TFN3">
								<p>VAS: Visual Analog Scale.</p>
							</fn>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
				<p>Of the studies included in this review, a total of 906 women participated, with a mean age of 24.53 years. All articles employed resources and methods aimed at supporting labor, with lumbosacral massage and electrical stimulation being the most frequently used techniques. Massage was applied in 4 studies<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>, and electrical stimulation was also used in 4 studies<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. In addition to these methods, the effects of foot reflexology were evaluated in 2 studies<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, heat therapy in 2<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>, and ambulation and postural changes in 1<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>.</p>
				<p>Only 1 study, conducted in Brazil<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref> implemented a comprehensive nonpharmacological protocol that included postural changes, ambulation, electrical stimulation, and warm showers. A total of 3 studies compared 2 techniques: reflexology versus guided imagery<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, massage versus heat,<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref> and massage versus acupressure<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>. </p>
				<p>Regarding the outcomes of the interventions, lumbosacral massage showed a significant positive effect in 2 studies<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>. Electrical stimulation was effective in all studies in which it was used<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>; however, in the study comparing 2 types of TENS, the group that received the device with a wider pulse width reported greater satisfaction with the labor experience<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>. </p>
			</sec>
			<sec sec-type="discussion">
				<title>DISCUSSION</title>
				<p>Humanized childbirth is understood as a process that goes beyond a comfortable delivery; it involves respecting, seeing, and listening to the birthing woman, ensuring her needs are met and the physiological process is followed without unnecessary interventions, while providing continuous emotional and physical support<xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref>. In this context, the presence of a physical therapist as part of a qualified multidisciplinary team can contribute to a more positive and humanized birth experience for the woman<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref>.</p>
				<p>The total number of 906 participants across the 9 studies included in this review represents a significant and relevant sample for analyzing the effects of physical therapy interventions during labor. However, it is important to consider how the sample was distributed among the studies, as variations in sample size can influence the weight of individual findings and the robustness of the conclusions.</p>
				<p>The average age of the women in this review predominantly reflects a profile of young adult pregnant women. This aligns with the typical age group for women of reproductive age in many countries, including Brazil, where the highest birth rates occur among women aged 20 to 29 years<xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref>. However, it is worth noting that this average may not adequately represent specific populations such as adolescents or women of advanced maternal age, whose labor experiences may differ both physiologically and in their responses to the proposed interventions<xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref>.</p>
				<p>Despite the relevance of this topic within the Brazilian context, there is a noticeable scarcity of national studies addressing the role of physical therapy in humanized childbirth. Of the 9 studies included in this review, only 1 was conducted in Brazil, highlighting a gap in the national scientific literature on this subject. This may be due to factors such as the still-limited integration of physical therapists into public maternity settings<xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref>, the low visibility of their role in this specific field, and the limited recognition of humanized childbirth as a valuable interdisciplinary research topic<xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref>. This absence reinforces the need to encourage studies that explore the Brazilian reality considering its sociocultural, political, and health care service organization specificities<xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref>.</p>
				<p>The studies included in this integrative review examined a range of interventions and outcomes, yet they employed only 2 types of study design - i.e., randomized clinical trials and quasi-randomized experimental studies. Therefore, all were classified as level II in terms of the quality of scientific evidence. Regarding the effectiveness of the techniques used during labor, all studies found that women who received physical therapy interventions experienced significant benefits. These benefits extended beyond pain relief, including reduced anxiety<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>, greater childbirth satisfaction,<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref> and shorter labor duration<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>.</p>
				<p>In this review, studies on lumbosacral massage techniques demonstrated their effectiveness in reducing pain intensity and anxiety<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>. Lumbosacral massage is one of the primary techniques for pain relief during labor. However, beyond reducing pain, it may also help lower anxiety due to its effects on reducing norepinephrine release<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref>. Anxiety during labor often stems from uncertainty, unpredictability, and the lack of control over subsequent events. When the birthing woman is exposed to stressors, her fear and anxiety tend to intensify, potentially resulting in physiological responses such as tachycardia, increased blood pressure, vasoconstriction of visceral skin, vasodilation of skeletal muscles, and hyperventilation<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref>.</p>
				<p>A technique used in 40% of the studies in this review was electrical stimulation, either using TENS parameters<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>)</sup> or interferential current<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>. Evidence indicates that TENS is a nonpharmacological resource effective in reducing pain and shortening the active phase of labor, with no risk to the health of the mother or baby<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>. Furthermore, the application of electrodes parallel to the spinal cord, using high frequencies with time-modulated waveforms and wide pulse widths, has shown analgesic effects and good acceptance among pregnant women<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>. Interferential current was associated with reduced active labor duration, pain relief, and higher satisfaction with the labor experience<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>. </p>
				<p>Although TENS is an effective method for immediate pain relief, it is not yet well-established in clinical practice. This gap may be related to the limited availability of trained professionals to operate the equipment - such as physical therapists - who are still gradually gaining recognition in Brazilian maternity wards. As a result, the use of TENS in Brazilian maternity settings remains rare<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref>, despite scientific evidence supporting its benefits for laboring women<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>.</p>
				<p>Foot reflexology was used in 2 studies<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>, with pain relief being the primary outcome observed. However, other effects were also identified. A study involving 60 primiparous women reported lower anxiety levels in the intervention group compared to the control group, which received only routine care<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref>. Foot reflexology provides local benefits such as muscle relaxation, increased blood flow, a sense of comfort, and mental balance, which collectively contribute to stress reduction<xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref>.</p>
				<p>Another technique identified in this review was heat therapy, addressed in 2 studies<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. A study with 90 participants divided into 2 experimental groups - one of which received heat application - showed that the heat group experienced greater comfort during cervical dilation from 8 to 9 cm<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref>. In a Brazilian study, heat application was part of a broader physical therapy protocol, making it difficult to isolate its individual effect<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. Heat increases blood circulation, helps mitigate stress caused by uterine contractions, and when applied to soft tissues, enhances metabolism and elasticity, promoting a sense of well-being<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref>.</p>
				<p>The least frequent nonpharmacological technique in this review was guided imagery, reported in only 1 study. In that study, guided imagery combined with reflexology showed significant results in reducing pain and shortening the active phase of labor<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>. Guided imagery can promote a sense of relaxation and well-being, helping women remain calm in stressful situations<xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref>. A study showed that this technique enhanced participants’ awareness of their breathing patterns, helping them remain more composed during labor<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref>.</p>
				<p>One of the most commonly used resources during labor - breathing techniques<xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref> - was not reported among the findings of this review. However, studies have shown that breathing is a nonpharmacological technique with beneficial outcomes and plays an important role during labor and delivery. Respiratory training should begin during pregnancy, using deep inhalation to expand the abdominal wall and performing diaphragmatic breathing at a natural rhythm. This practice promotes relaxation, focus, pain relief, anxiety reduction, a lower risk of perineal trauma during the expulsion phase, and improved maternal-fetal oxygenation, ultimately enhancing the woman’s satisfaction with the birth experience<xref ref-type="bibr" rid="B8"><sup>8</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref>.</p>
				<p>This review also highlighted postural changes, with particular emphasis on upright positions<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. Over the years, the disadvantages of the supine position and the benefits of mobility and upright posture during labor have been widely discussed. Physiologically, allowing movement during labor leads to more effective uterine contractions, benefits from gravity to facilitate fetal descent, and increases blood flow to the fetus, making the labor process shorter and less intense<xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref>. Thus, encouraging the birthing woman’s freedom of movement is recommended to promote greater comfort and a sense of safety during labor<xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref>.</p>
				<p>The woman should have the autonomy to choose her preferred position<xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref>. A number of positions can be adopted during labor, such as semi-sitting, squatting, sitting on the bed, lateral decubitus, hands and knees, kneeling, standing with trunk leaning forward, among others<xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref>. The supine position restricts the woman’s mobility, hinders gas exchange between mother and baby, reduces the effectiveness of uterine contractions, and prolongs labor duration. In contrast, upright positions facilitate fetal descent and reduce the uterine effort required<xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref>.</p>
				<p>Pain is subjective and individual, and may be influenced by psychological, emotional, cultural, and stress-related factors, as well as by the release of endorphins<xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref>. In Brazil, vaginal birth is often perceived as a moment of pain and suffering. Social media and television commonly portray cesarean delivery as safer than vaginal birth. This strong cultural influence increases the fear and apprehension of women regarding labor pain<xref ref-type="bibr" rid="B46"><sup>46</sup></xref>.</p>
				<p>This study presents some limitations that should be considered when interpreting the findings. The first relates to the small number of studies included in the review - only 9 articles - which may limit the comprehensiveness of the conclusions. In addition, a significant geographic gap was observed, as no studies from Latin America or North America were identified. This limitation may be attributed either to the search criteria used or to the scarcity of publications on this topic in those regions. Finally, it is important to acknowledge that integrative reviews are subject to biases related to study selection, the methodological quality of included studies, and limitations of the databases consulted. Nevertheless, these limitations do not compromise the results of this review, as the study’s objectives were achieved.</p>
				<p>Therefore, the topic of this study proves to be relevant for the health care field, particularly considering the important role of physical therapists in labor and childbirth support. However, further research is needed to address certain gaps, such as a deeper exploration of the influence of breathing techniques and positioning during labor. It is also recommended to investigate the need for electrical stimulation in maternity care and the reasons why its use has not yet become widespread.</p>
			</sec>
			<sec sec-type="conclusions">
				<title>CONCLUSION</title>
				<p>Studies investigating the role of physical therapy during labor have primarily focused on pain relief, as pain is a prevalent symptom even in physiologic labor processes and requires more humanized attention. The studies analyzed various techniques and interventions, such as lumbosacral massage, TENS, foot reflexology, acupressure, heat therapy, and interferential current. These interventions were aimed at reducing anxiety, shortening labor duration, and minimizing perineal trauma.</p>
				<p>Nevertheless, there remains a lack of high-quality Brazilian studies addressing the role of physical therapists during labor, especially from a humanized care perspective. This highlights that physical therapists still have limited presence within maternity settings. Additionally, it is essential to promote intersectoral collaboration in women’s health care during childbirth as a foundational element in the development of clinically effective and evidence-based intervention strategies, ensuring comprehensive and respectful care for this population.</p>
			</sec>
		</body>
	</sub-article>
</article>