Qual a escola de teoria da administração na virada do milênio?A visão brasileira.

Sérgio Henrique Arruda Cavalcante Forte

Resumo


A Teoria Geral da Administração ensinada é categorizada em escolas, de uma forma geral iniciando com estudos dos chamados
precussores, passando por escolas clássicas da administração, escola de recursos humanos, escola behaviorista, escola estruturalista,
escola sistêmica, escola contingencialista, culminando com os chamados temas emergentes. Por que no passado podia-se visualizar
escolas administrativas e após 40 anos da escola sistêmica os livros não conseguem classificar uma nova escola? Pode-se reunir os
temas atuais em uma só escola, ou mais de uma escola? Existe(m) essa(s) escola(s)? Não se classifica mais por escola? Existe um
fio condutor entre as escolas e os temas emergentes? O presente artigo inicia uma investigação sobre o tema e objetiva exploratoriamente
provocar a Academia Brasileira de Administração, que lida no stricto sensu, os professores de TGA e de Teoria das Organizações
no Brasil, sobre que escola é essa, e se ela existe, da nova era da administração, ou pelo menos nos anos recentes. Como
metodologia de pesquisa, partiu-se para investigação, basicamente na visão da Academia Brasileira de Administração, através da
análise de artigos dos Anais ENANPAD e ENEO de 1998 a 2001, além de uma análise nos livros adotados nas Escolas de
Administração. Conclui-se com uma hipótese de que a burocracia ainda não foi rompida e poder-se-ia classificar a nova atual como
a Escola do Conhecimento, em função do avanço, principalmente, a da tecnologia da informação e da comunicação.
Palavras-chave: teoria da administração, teoria organizacional, burocracia, administração contemporânea, TGA.